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sábado, 17 de abril de 2010

Brigando com a coca-cola


É isso.
Após anos viciada nesse maravilhoso néctar dos demônios (sim, pois algo tão bom, não pode ser divino!), resolvi tomar vergonha na cara e largar o vicio.
Sim, pois isso é um vicio. E dos piores.
Lembro-me um dia em que estávamos em uma lanchonete e o atendente perguntou o que iríamos beber, eu e minha amiga se pensar respondemos “Coca-cola” então ele disse “Não tem” e repetiu a pergunta. E não é que respondemos “Coca-cola” novamente?
Isso é grave! A coca-cola, diferente do cigarro ou da bebida, é muito atraente. Porque viciar em algo ruim, amargo como o álcool é só após muita exposição... Mas a coca-cola é docinha, gostosinha, cai super bem em uma refeição e se criança toma é porque pode... Certo?


Acho que não.
Por isso agora eu estou abolindo ela da minha vida. Atualmente com o máximo da minha força de vontade eu peço suco ao invés de coca-cola.
Passei uma semana tomando sucos e água! E estou muito bem com isso!
Mas como ainda estou no começo, estipulei que aos fins de semanas eu tomaria para não ter tanto impacto. Então mal posso esperar para chegar sábado!

Hahahaha. Estou tentando gente.


Moral da História: Não comece a beber coca-cola, quando resolver parar pode ser tarde demais!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Maldita (Bendita) Coca-cola batizada!




“Quem não tem colírio usa óculos escuros...”

É engraçado... Essa coisa de vício, como uma pequena menção dessa substância chamada coca-cola pode fazer com que seu estômago vibre, sua boca seque e seus olhos se encham... Eu não sei com vocês, mas comigoo é assim. Sou viciada em coca-cola admito...
E esse post é sobre isso... Como que a fome aliada a vontade de comer nos resulta em experiências doidas e surreais, quase dignas de um quadro de Picasso.
Lá estava eu, vagabondeando com minha amiga igualmente viciada em RPG ( e coca-cola) quando a sede que me abatia juntamente a com indução da sede alheia uma vez que ambas haviam bebido um gole ineficaz de água, quando decidi comprar algo pra beber.
Eu juro, sempre que vou a algum estabelecimento eu penso, dessa vez não vou comprar coca-cola! Dessa vez não! Não maldita! NÃO COMPRA A PORCARIA DA COCA-COLA! <-- Essa sou eu brigando internamente comigo mesma... Mas no fim das contas, eu sempre acabo pedindo a coca-cola... É mais forte do que eu! E foi assim que eu acabei que por comprar a tal da coca-cola e bebi alegremente, saudando um desejo íntimo pela tal substância. Porém tal qual minha alegria e de minha amiga que também bebeu foi que aquele líquido nos deixou meia, como posso dizer, meio grogues, não estou dizendo aqui que ficamos loucas, saímos gritando pela rua e dançando “Dancing Queen” claro que não... Mas dava a impressão que o desejo tão latente pela bebida dos deuses, nos deixou assim. Resumindo que eu vim aérea para casa, relembrando um pagode do Raça Negra que tocou no bar da esquina, que agora eu já não lembro mais... Olhando para o menino sarado que vinha a minha frente que logo me abandonou ao se encontrar com os manos na esquina seguinte e eu fiquei só, como minha latinha vazia... E então me livrei na latinha na lixeira que fica no meu caminho para então me matar nos dois lances de escada de meu prédio... Sério... Já to bem velha pra isso... Bom esse foi o final da minha história com a coca-cola batizada. Sei que a história não parece ter muito nexo, mas as vezes eu fico assim... Principalmente depois de uma coca-cola... Ah!

E qual é a moral da história? Bom não tem moral... Mas uma coisa é certa. Quem não tem colírio usa óculos escuros!
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